Engagement with Stakeholders
Engajamento de Stakeholders
Human rights at work
Social Accountability International
Mi Casa, Su Casa...
Essa expressão é instigante e altamente motivadora e levando-me a pensar e refletir no que podemos ganhar juntos, pois o cenário global atual não é mais aquele que "o que faço é exclusivamente de minha conta e risco!", para as organizações, governos, instituições, academia e até mesmo a sociedade civil individualmente representada por seu grupo de ação(associações de classes) não poderam mais esquivar-se de suas responsabilidades e/ou alcance real de suas ações.
A sociedade como um todo cada vez mais concientiza-se que todos num ciclo natural de relações empresarias, governamentais, institucionais e acadêmicas necessitam urgentemente engajar-se na busca de identificar e mapear interesses comuns, objetivando a realização(retorno) mutuo das partes interessadas, entende-se que este retorno satisfacional é convertido em uma mult-diciplinaridade de itens avaliativos que referenciam uma conformidade internacional(SELO), autenticando, legitimando e explicitando resultados sustentáveis a toda cadeia de valor deste ciclo natural.
Envolver-se, colaborar e participar é a premissa básica para resultados sustentáveis, imprimindo de forma irreversível o novo modelo de relações em todas as dimensões de mercado ou seja, a busca hoje é de produtos e serviços socialmente responsáveis promovidos por empresas transparentes em seus processos de negócios.
Neste seminário promovido pelo FIRJAN-RJ com o apoio do Instituto Ethos no dia 12/05 trouxe a chairman Alice Tepper Marlin da (1) Social Accountability International, convocou-se ainda mais a necessidade de desenvolver parcerias colaborativa consciente de resultados mútuos. Esta importância é demandada pelos reais interesses intrínsecos das convocações colaborativas e participativas das respectivas instâncias convencionadas a um objetivo comum. Na ocasião reforcei minhas reflexões diante desse cartaz, que os mercados globais procuram urgentemente alinhar o seu real discurso:
Colaborar para beneficiar-se ou Beneficiar-se colaborando.
Considero que este processo não é somente impulsionado pela razão explicitamente estratégica da organização mas um resultado direto das mudanças irreversíveis nas diferentes culturas de mercados, adequando-se as novas demandas globais.
Pense nisso!
@bs.
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Revisora textual:
Prof. Alexandra Pestana
Contato: xandapgoncalves@hotmail.com
Analista de TI/Telecom, com formação Técnica em Processamento de Dados e Graduação em Gestão de Tecnologia da Informação. BLOG:http://pathroc.blogspot.com
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