Metropolis e Nosferatu no formato graphic novel

Editora 36Linhas lança Metropolis, segunda graphic novel da Coleção Graphic Films, baseada em filmes clássicos.

 

A editora 36Linhas lançou este mês Metropolis, segundo título da coleção de graphic novels baseadas em filmes clássicos, que hoje estão em domínio público mas são desconhecidos por muitos.

São publicações digitais, à venda em lojas como Amazon, Saraiva, Google Play e Livraria Cultura, que mantêm a narrativa de cada filme e a fidelidade às imagens, cenários, personagens e aos roteiros originais. O título que abriu a coleção é Nosferatu, filme clássico de 1922.

Agora é lançado Metropolis, o segundo título da Coleção Graphic Films. São 3 volumes com mais de 300 páginas baseadas em Metropolis, clássico filme mudo alemão de ficção científica dirigido em 1927 por Fritz Lang. O filme foi escrito por Thea von Harbou em colaboração com Lang.

A história se passa em Metropolis, uma cidade futurista controlada a partir das torres e arranha-céus por industriais e magnatas que vivem no bem bom na parte de cima enquanto os trabalhadores descem aos subterrâneos para operar as grandes máquinas que alimentam a cidade.

Na parte de cima a cidade rica e futurista é beneficiada pelos trabalhadores do subterrâneo, em situação oposta. O jovem Freder, na parte de cima da sociedade, percebe este cenário e decide ajudar os trabalhadores. Aproxima-se da professora rebelde Maria, o que naturalmente desagrada o pai autoritário.

Maria é quase uma figura santa para os trabalhadores e é usada pelo inventor Rotwang, que transpõe sua imagem e mente à sua robô recém criada — robô que irá subverter os ricos pela luxúria e desejo e mobilizar os trabalhadores pela rebelião.

 

 

 

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Vicente Tardin é editor, jornalista, gestor de conteúdo e consultor para projetos online. Foi o criador dos sites WebWorld (1997) e Webinsider (2000).

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