O dia em que vi a imagem de minha caveira

O dia em que vi a minha caveira

Ninguém passa impune ao ver a imagem de sua própria caveira em cores e alta resolução.

 

Você já viu a sua caveira? Acabei de ver a minha. É esta aí da foto.

Doutor mandou fazer um exame dos seios da face, por garganta inflamada que não melhorava. Ao abrir o envelope vem a imagem de uma caveira colorida e é a minha, logo reconheci pelos dentes tortos.

Já tinha visto a minha caveira em Raio X, mas em preto e branco, em negativo e sem detalhes. Desta vez o impacto é maior, porque temos cores e boa definição. Só não sei o que é aquele “chiclete” rosa entre os dentes, deve ser do exame.

Ver a caveira de alguém significa ver esse alguém se dar mal. Mas na crendice popular, sonhar com caveira significa prosperidade e revelação de um segredo.

De alguma forma, a caveira também simboliza mudança, transformação, renovação, início de um novo ciclo.

Porém mais importante, acredito, é o símbolo da mortalidade que representa o caráter transitório e passageiro da vida.  Foi o que pensei vendo a minha.

 

O que significa a caveira

 

Não pude deixar de notar os tons de azul e vermelho nesta página do exame. Por curiosidade, lembram demais a capa do segundo CD dos Sex Beatles, que representou o amadurecimento e também o fim da banda.

A caveira roxa, vermelha e azul criada pelo designer Luiz Stein lembra muito a do exame.

 

Ver a minha caveira

 

Esta é a capa do CD, lançado em 1995.

 

Capa do segundo CD dos Sex Beatles

 

E esta a capa traseira, a outra capa.

 

Contracapa do segundo CD dos Sex Beatles, MOndo Passionale, com as músicas

 

Agora já fiquei bom e vida que segue, passageira como nos lembra a caveira.

Outrolado_

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Leia também:

 

Assista e ouça Na Direção, com os Sex Beatles

 

Jazz Bass preto e branco

Consultoria em conteúdo

Vicente Tardin é editor, jornalista, gestor de conteúdo e consultor para projetos online. Foi o criador dos sites WebWorld (1997) e Webinsider (2000).

2 comentários sobre “O dia em que vi a minha caveira

  1. Olá. Lendo seus artigos sobre cinema, neste em especial, sobre sua inflamação. Trabalhei no Hospital Gaffré no RJ, e uma tarde ao arrumar caixas no laboratório de Bacteriologia peguei uma sinusite terrível que consegui cuidar com este chá e procedimentos: em 1 litro de água fervida quente, dissolver 1 punhado de casca de ipê-roxo finamente desfiada (quase como papel), 1 punhado de folhas do eucalipto, 1 punhado de folhas de carobinha, tudo encontrável seco no comércio. Beber como água ao longo do dia. Pode fazer quantos litros e vezes quiser, não tem efeitos colaterais identificáveis. À noite, se houver secreção, antes de dormir, ferva 1 litro d’água e dissolva um pequeno punhado de sal grosso e tampe o recipiente da fervura com papelão ou papel de caixa de sapato, e faça um furinho para inalar uma narina de cada vez; mas não vá com “fome ao pote” porque pode queimar-se com o vapor. Se houver muita secreção presa, repita o procedimento 3x por noite, isto mesmo, em sequência. Antes de dormir e ao longo do dia tome 1 colher de chá de óleo de copaíba medicinal (alguns envasadores põem muita parafina líquida para terem lucro e ele fica muito fluido – assim não serve). Tudo isto testei. As bactérias do hospital são terríveis. Dois meses depois me demiti do hospital.

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